Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
segredos

 

 

 

"vou trata-la bem para quando souber os meus segredos não ter medo e fugir"

 

ouvi isto numa canção que não sei de quem mas, não esqueci

 

 

mais de metade da minha vida foi passada com um só homem

acabamos por nos habituar e saber como devemos fazer para ter o que queremos

 

depois de me divorciar, comecei a dar mais atenção a quem cruzava a minha vida mas, nunca permiti que se aproximassem demasiado de mim

 

usei homens para sexo mas nunca tive vontade de despertar ao lado de nenhum

 

houve um que se tornou especial mas, mesmo num relacionamento de anos, nunca despertamos juntos

 

outro cruzou o meu caminho e adorava despertar com ele mas, quando soube dos seus segredos ...  fugi

 

tive o que desejava, foi bom enquanto durou

 

(tenho de me lembrar onde guardei o manel )

 

 

agora tenho um a dormir comigo todas as noites

deixou de gritar, deixa-se mimar mas ... o gajo ronca!!!!!

 

o ex bastava um toque e virava-se

o outro, apertava-lhe o nariz e passava a respirar e este???

que raio faço ao gato para ele deixar de roncar???????????

 

ai que saudades de dormir sozinha!!!!!

 

 

 

 

 

 

 


sons: ronron

escrito por Infiel às 23:00
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16 comentários:
De Just Moments a 27 de Junho de 2009 às 01:47
CADA VEZ GOSTO MAIS DOS TEUS POST E COMENTÁRIOS!

Gosto da Tua sinceridade, e da maneira como estás no mundo!Raro hoje em dia!!

Quanto ao gatoo..bemm!!
Que tal manda-lo dormir para a casota dele?!?!?

Homens a roncar..
Ah..
segunda opção: comprar tampões de ouvidos!!

Bons sonhos, sem roncos!!


De encontros-a-lareira a 27 de Junho de 2009 às 10:21
Hmmm... Quanto ao roncar do bichano....pode ser porque ainda é pequeno...o ambiente estranho...
Mas pode ser que venha a ser substituido pelo outro "bichano" que anda para ai a ronronar lolol ..... ;)Tenho esperanças...
Juízo


De Infiel a 7 de Julho de 2009 às 02:06

não tenhas amiga, o bichano é demasiado vadio e já tenho medo de apanhar pulgas

um abraço com muito carinho



De Infiel a 7 de Julho de 2009 às 01:59

Obrigado

mas a ideia era ter com quem dormir lol

mas ando a pensar nos tampões

agora tambem lhe deu para brincar quando estou ja a pegar no sono hehehe tou tramada com o gato



De P a 27 de Junho de 2009 às 14:17
A melhor solução é um "Threesome"... se for com um homem tu não te vais incomodar com o roncar do gato pois não estás a dormir... se for com um cão, tu dormes e cão também mas o gato fica a noite toda com um olho aberto desconfiado do cão.... :) remédio santo!

opção 2: comprar um daqueles pensos que se põem no nariz para respirar melhor e pô-lo no gato!

:))



De Infiel a 7 de Julho de 2009 às 02:02

lol

dormir com os cães e o gato é uma alternativa sim

mas tambem gostei da sugestão de "dormir" com um homem, só que.... não ha



De The Highwayman a 28 de Junho de 2009 às 13:57
Só agora é que reparei que tinhas voltado :(

*


De Infiel a 7 de Julho de 2009 às 02:02

mas ja chegaste, isso é o importante

xoxos



De The Highwayman a 7 de Julho de 2009 às 14:07
:D


De jabeiteslp a 28 de Junho de 2009 às 21:31

radical ser ou não
anda lá
eu até sei que tens coração...

beijinho


De Infiel a 7 de Julho de 2009 às 02:04

olha que eu ja não tenho tanta certeza de ter coração, sei que bate mas não o sinto


jinhos com mil sorrisos



De entremares a 29 de Junho de 2009 às 11:34
Com o maior dos cuidados, avançou, sorrateiro.
Um passo, depois outro, depois ainda outro.
Estranhamente, ela não fugiu, estremecendo simplesmente as asas quando sentiu o “clique” da fotografia.
O fotógrafo estava encantado. Uma “Papilio machaon”, bem ali à sua frente, a pouco mais de dois metros de distância, imóvel, com um enquadramento perfeito, um fundo de vegetação escura... e sem qualquer réstea de vento... a fotografia perfeita.
Avançou um pouco mais, disparando sucessivamente.
Fotografar borboletas – diriam uns – poderia ser uma ocupação excêntrica, um clichê banal da fotografia de natureza ( fotos bonitas, coloridas, vistosas... ) – mas nada disso o afectava. As borboletas, como aliás todos os insectos, eram seres extremamente fotogénicos, elegantes, de uma pose natural que dispensava treinos e ensaios – já haviam nascido modelos.
Aquela borboleta andorinha, como era habitualmente conhecida, com os seus dois chifres amarelados, parecia no entanto estranhamente à vontade, sem se importar com os estalidos incessantes da máquina fotográfica – quando muito, abanava suavemente as asas acastanhadas, sem sequer levantar voo.
Aproximou-se um pouco mais – não estaria a mais de dois palmos de distância.
A borboleta fechou as asas e quando as reabriu, ocupou por completo o visor da objectiva – imóvel, serena, brilhante.
Apeteceu-lhe – de a ver ali tão perto – tocar-lhe, sentir-lhe a suavidade das asas coloridas, a leveza do corpo elegante.
Resistiu à tentação.
Aprendera há muito a não invadir aquele mundo mágico que ficava do lado de lá da sua objectiva – o encanto existia para ser visto e apreciado, não para ser tocado ou possuido. Quando muito, a fotografia tornaria eterno aquele momento fugaz de contacto íntimo, em que o fotógrafo e o seu modelo se fundiam, ela a desvendar-se perante os seus olhos, ele a saciar-se com a sua beleza.
E foi então que, num daqueles raros momentos que as fotografias nunca conseguem captar, um pouco de magia aconteceu.
A borboleta soltou o ramo onde pousara e com um suave bater das asas, veio pousar sobre a máquina fotográfica.
As antenas douradas agitaram-se, as asas estremeceram e ali permaneceu, nuns poucos segundos com sabor a eternidade, ambos a contemplar-se, quem sabe – olhos nos olhos – tocando o mundo imaginário de um qualquer conto de fadas.
Finalmente, levantou voo e afastou-se graciosamente, rumo a outro punhado de flores.
O fotógrafo permaneceu, porém, ainda a apontar a objectiva para o local vazio onde já não existia nenhuma borboleta.
A fotografia que recordaria para sempre – aquela borboleta ali pousada, a poucos centímetros do seu rosto – não ficaria registada em nenhum outro local, senão nas suas próprias memórias.
Guardou cuidadosamente a máquina fotográfica no respectivo estojo.
A borboleta dourada esvoaçava ainda ali perto, em redor de outro canteiro de flores amarelas.
Olhou para ela... e sentiu, sem perceber como, que ela lhe estava a retribuir o olhar...


De Infiel a 9 de Julho de 2009 às 03:37

obrigado



uma vez uma borboleta pousou na minha mão, fizeste-me recordar a sensação e tambem espero que a maquina não tire a alma á borboletas que eu tanto gosto de ver



 


De Susana Falhas a 1 de Julho de 2009 às 16:27
Olá!

A blogagem da Aldeia da Minha Vida foi um grande sucesso, graças à sua participação e divulgação.

Convido-o(a) a participar na próxima blogagem de Julho “ Férias na Minha Terra”.

É uma oportunidade única para demonstrar a todos que vale a pena passar férias no nosso país, especialmente na nossa querida terra, seja ela aldeia, vila ou cidade.

Inscreva-se e mande o seu texto até 7 de Julho para o seguinte e-mail: aminhaldeia@sapo.pt

Para premiar a sua participação, vamos atribuir ao melhor post um fantástico prémio e ao melhor comentário também.

Muito obrigado pela sua atenção!

Votos de um feliz dia!

Susana Falhas


De Infiel a 9 de Julho de 2009 às 03:27

Ola Susana

muito obrigado pelo convite

talvez possa aceitar outro desafio mas, com toda a certeza vou estar atenta ao concurso

gostei da ideia da divulgação virtual do que se pode ver e existe no nosso País, escrito e descrito por quem gosta e conhece
os meus Parabens ao seu blog


 


De Susana Falhas a 9 de Julho de 2009 às 17:33

Obrigada por responderes e pelos elogios. Conto contigo para participar, na óptica de comentadora e votante. Quem sabe ainda saia na rifa um prémio de melhor comentário.

Bjs Susana


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